Joana Couceiro et al.
Arquitectura, Investigação e Escrita

Nasci no Inverno, em Coimbra, em 1980.
Estudei artes e expressão dramática no ensino secundário.
Em 1998, entrei na Universidade de Coimbra, no Departamento de Arquitectura e, em 2001-2002, fiz Erasmus em Paris La Villette.
Quando regressei, integrei a equipa editorial fundadora da revista nu, a revista de estudantes do DARQ ainda hoje activa.
Licenciei-me em 2005 e fiz estágio no Porto, cidade granítica onde me sediei.

Fui colaboradora no aNC arquitectos e no atelier Pedra Líquida. Paralelamente mantive actividade enquanto freelancer iniciando um percurso de trabalhos em co-autoria.
Sou co-fundadora da editora, livraria e galeria de arquitectura Circo de Ideias (tendo integrado a equipa da direcção até 2018) e da Pechakucha Night Porto (organizando 5 edições).
A convite da Casa da Arquitectura, fui co-curadora da quinta edição do Open House Porto, com o epíteto “Vida Interior”.

Em 2013, comecei a dar aulas na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) como assistente convidada de História da Arquitectura Moderna, frequentando paralelamente o programa doutoral, com bolsa da FCT.
Em 2018 defendi a tese de doutoramento sobre o processo criativo em Álvaro Siza, integrando, desde então, o Centro de Estudos da FAUP (CEAU), hoje o Centro de Estudos Nuno Portas (CENP), e o corpo docente da FAUP, como professora auxiliar convidada, até 2021.

Entre 2021 e 2023, assumi as funções de investigadora júnior na esad-idea, onde também integrei a equipa de curadoria das conferências internacionais da Porto Design Biennale nas edições de 2021 e 2023.

Nos anos lectivos 2024-2025 e 2025-2026, fui professora auxiliar convidada na Universidade Lusófona do Porto, regente de História da Arquitectura Portuguesa (Moderna) e de Métodos Construtivos.

A partir de 2026 integro a equipa docente de Teoria da Arquitectura 2 na FAUP, onde regressei, no Inverno de 2025, como investigadora auxiliar do CENP.
A minha investigação incide sobre a teoria e as práticas de projecto, potenciando movimentos interdisciplinares, sem limites cronológicos ou geográficos muito precisos, ainda que, em geral, em torno das relações entre a arquitectura antiga e o movimento moderno e, em particular, sobre Álvaro Siza e o Estilo.

Em todas as actividades que desenvolvo, o ofício colectivo e a escrita assumem um papel fundamental enquanto meio e veículo do meu pensamento (arquitectónico).
Escrevo em português, mantendo o acordo ortográfico anterior a 1990.
Gosto particularmente do Brasil e de uma certa dose de melancolia.

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Fotografia captada em edifício de Lúcio Costa, no Parque Guinle, Rio de Janeiro.
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